🥋 MAIS QUE UMA EQUIPE: UMA FAMÍLIA QUE CRESCE UNIDA DENTRO E FORA DOS TATAMES
Quando falamos sobre a Equipe Thomaz Abreu, as medalhas, os títulos e os grandes resultados conquistados nas competições são motivo de muito orgulho. Porém, existe uma vitória ainda maior, que não aparece nos pódios nem nas classificações: a construção de um ambiente verdadeiramente familiar, onde pais, mães e filhos encontram no jiu-jítsu uma oportunidade de estarem juntos, fortalecerem seus laços e criarem lembranças para toda a vida.
8/9/20266 min read


Quando falamos sobre a Equipe Thomaz Abreu, as medalhas, os títulos e os grandes resultados conquistados nas competições são motivo de muito orgulho. Porém, existe uma vitória ainda maior, que não aparece nos pódios nem nas classificações: a construção de um ambiente verdadeiramente familiar, onde pais, mães e filhos encontram no jiu-jítsu uma oportunidade de estarem juntos, fortalecerem seus laços e criarem lembranças para toda a vida.
Em uma rotina cada vez mais corrida e cercada por telas, encontrar uma atividade que reúna toda a família é algo especial. No tatame, as diferenças de idade desaparecem. Crianças, adolescentes e adultos compartilham aprendizados, desafios, conquistas e superações. Cada treino se transforma em um momento de convivência, e cada competição passa a representar muito mais do que a busca por uma medalha.
A história da família de Greici, Tiago, Davi, Gabriele e Miguel representa muito bem esse sentimento.
Davi foi o primeiro a iniciar no jiu-jítsu, em 2018. Depois de acompanhá-lo em seu primeiro campeonato, Greici decidiu começar a treinar para compreender melhor o esporte e ajudá-lo durante as competições. Quando Gabriele completou seis anos, também passou a praticar. Tiago, que já acompanhava a família nos campeonatos e graduações, entrou para os treinos. Agora, o pequeno Miguel também está começando a escrever sua própria história no tatame.
Para eles, o jiu-jítsu criou uma conexão ainda mais forte entre pais e filhos. Treinos, viagens e campeonatos se tornaram oportunidades para compartilhar o mesmo hobby e construir memórias. Uma das experiências mais marcantes foi a participação no Campeonato Brasileiro da CBJJ. Além da medalha conquistada por Davi, ficaram as recordações da viagem, dos lugares que conheceram e de tudo o que viveram juntos.
O esporte também foi fundamental em um momento delicado. Durante a pandemia, Davi ganhou peso e enfrentou uma crise de ansiedade. O retorno aos treinos trouxe uma melhora significativa em sua condição física e emocional. A família também percebeu mudanças positivas no comportamento e no desempenho escolar dos filhos, contando sempre com o apoio dos professores nesse processo de formação.
“É a nossa família dos tatames. Sempre fomos muito acolhidos e amparados pela equipe”, resume Greici.
Esse mesmo sentimento está presente na família de Leonardo, Laila e Jorge André.
Leonardo começou a treinar em 2013. Jorge André cresceu observando o pai no tatame e, naturalmente, quis experimentar o jiu-jítsu. Laila deu o primeiro passo depois de participar de uma aula festiva em comemoração ao Dia das Mães e se identificou imediatamente com o esporte.
O que começou como uma busca por saúde, bem-estar, defesa pessoal e qualidade de vida se tornou mais um elo entre eles. O jiu-jítsu passou a fazer parte das conversas em casa e aproximou ainda mais uma família que já era unida.
Para Leonardo, nenhuma de suas próprias lutas ou conquistas se compara à emoção de ver o filho competir pela primeira vez. A prática também trouxe benefícios concretos: mais foco, melhor condicionamento físico e uma transformação importante em sua saúde, ajudando-o a superar um quadro de pré-hipertensão.
Além da parte física, Leonardo reconhece que a convivência com seu sensei e com os companheiros de treino contribuiu para que se tornasse uma pessoa melhor. Para sua família, a Equipe Thomaz Abreu é uma verdadeira extensão de casa.
A história de Dênis e Matheus também começou com a preocupação de uma família que desejava proporcionar hábitos mais saudáveis ao filho.
Durante a pandemia, Matheus ganhou peso, passou a permanecer muitas horas diante das telas e apresentou dificuldades para se adaptar a outras atividades físicas. Até que alguns amigos o convidaram para conhecer o jiu-jítsu. Em agosto de 2024, ele iniciou os treinos, e Dênis passou aproximadamente um ano acompanhando de perto sua evolução.
Nesse período, ele viu o filho se transformar. Um adolescente antes acanhado, com baixa autoestima e acima do peso tornou-se mais calmo, confiante, resiliente e sociável. Matheus perdeu aproximadamente dez quilos, melhorou seu condicionamento físico e ampliou seu círculo de amizades.
Inspirado pela mudança do filho e percebendo que também precisava cuidar da própria saúde, Dênis começou a treinar. O jiu-jítsu abriu um novo canal de comunicação entre pai e filho. As conversas deixaram de se limitar às perguntas comuns do cotidiano e passaram a envolver técnicas, dificuldades, campeonatos, expectativas e aprendizados compartilhados.
Dentro do tatame, os dois descobriram uma forma prática de compreender a própria vida. Antes de alcançar uma vitória, muitas vezes é necessário ser imobilizado, raspado, enfrentar uma pressão difícil e encontrar forças para sair de uma posição desfavorável. O jiu-jítsu ensina que os obstáculos fazem parte do caminho e que desistir não pode ser a primeira opção.
Um dos momentos mais emocionantes dessa trajetória aconteceu quando os dois competiram. Matheus conquistou a medalha de prata, enquanto Dênis foi campeão. Mais importante que os resultados foi a oportunidade de demonstrarem um ao outro coragem, dedicação e vontade de superar seus próprios limites.
“De início, procurei comodidade, mas encontrei uma família. Pessoas unidas e únicas, que se preocupam com o esporte e com os títulos, mas que, antes de tudo, se preocupam com o próximo”, relata Dênis.
Também temos a família de Marcus, Monica e Valentina, que encontrou no jiu-jítsu uma atividade capaz de reunir diferentes objetivos em torno de uma mesma paixão.
Valentina começou em 2020, com o objetivo de aprender defesa pessoal. Depois de uma mudança de academia, sua família chegou ao CT Thomaz Abreu. Marcus iniciou os treinos em 2024 para acompanhar mais de perto a rotina e a evolução da filha. Em 2026, Monica também entrou para o tatame em busca de defesa pessoal, autoconfiança e condicionamento físico.
Com os três praticando juntos, a família passou a interagir ainda mais e criou uma rotina saudável de exercícios. Valentina desenvolveu principalmente o autocontrole e a disciplina. Marcus percebeu avanços no condicionamento e na preparação física para suas atividades profissionais. Monica conquistou mais confiança e melhorou sua capacidade física.
Para eles, os momentos mais marcantes foram justamente os primeiros passos de cada integrante. O início traz expectativa, ansiedade e aquela dúvida natural sobre a adaptação. Porém, todos gostaram do esporte e descobriram que, depois da tensão da primeira aula e da primeira luta, permanecem o orgulho, o aprendizado e as boas lembranças.
Essas histórias mostram que o jiu-jítsu vai muito além das técnicas, das faixas e das medalhas. Ele ensina disciplina, respeito, autocontrole, coragem, humildade e resiliência. Ensina a cair, manter a calma, reorganizar a estratégia e tentar novamente. São aprendizados importantes no tatame e indispensáveis para a vida.
Na Equipe Thomaz Abreu, acreditamos que formar um atleta é importante, mas ajudar na formação de pessoas preparadas para enfrentar as adversidades é uma missão ainda maior. Por isso, cada criança é acolhida, orientada e incentivada. Cada pai e cada mãe que entram no tatame encontram espaço para cuidar da saúde, aprender, superar limites e participar ainda mais da vida dos filhos.
Aqui, comemoramos juntos as medalhas, mas também valorizamos cada pequena evolução: a criança que vence a timidez, o adolescente que recupera a autoestima, o adulto que melhora sua saúde, o pai que encontra uma nova maneira de conversar com o filho e a família que passa a compartilhar mais tempo de qualidade.
Somos uma equipe campeã, construída com trabalho, união e dedicação. Mas, acima de qualquer troféu, somos uma grande família.
A mensagem deixada por essas famílias é simples e poderosa: deem o primeiro passo. Se possível, treinem juntos. Se isso não for possível, ofereçam aos seus filhos a oportunidade de conhecer o jiu-jítsu. No tatame, eles aprenderão habilidades que levarão para toda a vida — e vocês poderão construir memórias que serão transmitidas de geração em geração.
🥋 Equipe Thomaz Abreu
Mais que jiu-jítsu. Uma família unida por valores, superação e amor pelo esporte.
🥋 Equipe Thomaz Abreu – Fábrica de Campeões
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